Em matéria publicada pelo UOL, o presidente das Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), Tomás Figueiredo, afirmou que empresas globais demonstram interesse em participar da expansão da produção de combustível nuclear no Brasil, entre elas a Westinghouse.
Segundo ele, para atender à expansão do parque nuclear brasileiro ,que deve passar dos atuais 2 gigawatts (GW) para 14 GW até 2055, será necessário ampliar em seis vezes a capacidade produtiva da estatal.
“Enquanto o mundo inteiro investe em energia nuclear como solução para a descarbonização, o Brasil tem algo que poucos países possuem: urânio abundante, tecnologia consolidada e demanda garantida por combustível nuclear pelos próximos 30 anos”, afirmou ao jornal.
De acordo com o presidente, a INB busca parceiros dispostos a investir na ampliação da produção de urânio. Atualmente, o Brasil ainda importa parte do combustível que consome. A expansão abre caminho para nacionalizar etapas do ciclo do combustível nuclear, reduzir a dependência externa e gerar receitas exponenciais com o fornecimento para novos reatores.
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Fonte: Uol
Imagem: Ilustrativa prédio INB