INAC 2026 reúne mais de 500 participantes na abertura da maior conferência nuclear da América Latina

INAC 2026 reúne mais de 500 participantes na abertura da maior conferência nuclear da América Latina

A Conferência Internacional Nuclear do Atlântico (INAC 2026) teve início na última segunda-feira (24), na Escola de Guerra Naval (EGN), na Urca, no Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura reuniu autoridades, representantes de instituições estratégicas e profissionais do setor nuclear brasileiro.

Participaram da solenidade o presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), Carlos Henrique Silva Seixas, e a coordenadora-geral da INAC 2026, Maria de Lourdes Moreira, além de representantes da Marinha do Brasil, da EGN, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) e da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares.

O primeiro dia do evento reuniu mais de 500 participantes para discutir o presente e o futuro do setor nuclear no Brasil e no mundo. Também participou da cerimônia, de forma virtual, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi. Em sua fala, Grossi destacou a importância da energia nuclear na transição para uma economia de baixo carbono e na construção de um futuro com menores emissões.

A programação também marcou a abertura da ExpoINAC, espaço que reúne instituições, empresas e organizações que atuam no desenvolvimento da tecnologia nuclear. O primeiro dia foi encerrado com um coquetel de confraternização e networking entre os participantes.

Realizada no Rio de Janeiro, a INAC se consolida, mais uma vez, como um dos principais encontros do setor nuclear da América Latina. Com dezenas de mesas, palestras e atividades em sua programação, a conferência promove debates sobre alguns dos temas mais relevantes da área e aproxima estudantes, pesquisadores, professores, empresas e representantes do poder público.

Ao longo da semana, a INAC 2026 seguirá discutindo os desafios e as oportunidades da tecnologia nuclear, reforçando seu papel estratégico para o desenvolvimento científico, tecnológico e sustentável do Brasil.