Click Petróleo & Gás: Enquanto solar e eólica desaceleram, a energia nuclear cresce como nunca e ganha destaque em 2026; China é o país que demonstra maior poder de capacidade instalada, seguida pela Índia e pela Coreia do Sul

Click Petróleo & Gás: Enquanto solar e eólica desaceleram, a energia nuclear cresce como nunca e ganha destaque em 2026; China é o país que demonstra maior poder de capacidade instalada, seguida pela Índia e pela Coreia do Sul

 

Segundo matéria publicada por Click Petróleo & Gás, a energia nuclear está ganhando destaque global em 2026 em meio a uma desaceleração no crescimento de fontes renováveis como solar e eólica, configurando um novo capítulo na evolução da matriz energética mundial.

 Retomada histórica da energia nuclear

De acordo com análise da consultoria Rystad Energy citada na matéria, a energia nuclear deve adicionar cerca de 14 GW de nova capacidade em 2026, o maior aumento líquido em quase trinta anos. Esse crescimento representa um movimento significativo no equilíbrio global entre fontes de energia, com destaque para países que apostam fortemente na tecnologia nuclear em seus planos de expansão elétrica.

 Líderes do novo impulso nuclear global

China se mantém à frente com a maior parte da nova capacidade nuclear projetada para 2026, consolidando sua posição como protagonista no setor energético atômico.

Índia, Bangladesh, Turquia e Coreia do Sul também estão programadas para entrar com novos reatores, ampliando o papel do nuclear no mapa energético mundial.

Esse movimento ocorre enquanto a construção de projetos solares e eólicos enfrenta desafios como licenciamento mais complexo e dificuldades de financiamento, o que tem reduzido o ritmo de novas adições de capacidade renovável em alguns mercados.

 Contexto global: nuclear na transição energética

O retorno em investimentos da energia nuclear ocorre em um momento em que o mundo busca soluções de baixo carbono que garantam segurança energética e estabilidade na geração elétrica contínua, algo que fontes intermitentes como solar e eólica, por si só, não conseguem proporcionar sem robusta infraestrutura de armazenamento.

Na mídia e no debate público, o renascimento do nuclear em 2026 tem provocado reflexões sobre o papel da energia atômica como complemento às renováveis em uma transição energética verdadeiramente diversificada e resiliente, levantando questões sobre riscos, segurança e sustentabilidade em longo prazo.

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Fonte: Click Petróleo & Gás

Imagem: Click Petróleo & Gás

Autor: Rannyson Moura