Em matéria publicada pela Agência iNFRA, a energia nuclear é apontada como uma das fontes que deverão apresentar crescimento recorde até 2050, consolidando seu papel estratégico na transição energética global.
Baseada em dados do relatório World Nuclear Outlook, da World Nuclear Association, o texto afirma que a capacidade instalada mundial de geração nuclear poderá alcançar 1.446 GW até 2050, mais que triplicando o volume atualmente em operação, caso os compromissos anunciados pelos governos sejam efetivamente implementados.
A matéria destaca que esse avanço está diretamente associado à necessidade de fontes de energia firmes, seguras e de baixo carbono, capazes de atender ao aumento da demanda por eletricidade e de complementar fontes renováveis intermitentes, como a solar e a eólica.
De acordo com a publicação, mais de 50 países já possuem iniciativas relacionadas à expansão nuclear, incluindo a construção de novas usinas, a extensão da vida útil de reatores existentes e o desenvolvimento de tecnologias avançadas, como os Small Modular Reactors (SMRs). Esses pequenos reatores modulares são apontados, pela matéria, como uma alternativa promissora para ampliar o acesso à energia nuclear, especialmente em mercados emergentes.
A reportagem ressalta ainda que o reconhecimento do papel da energia nuclear vem se intensificando no contexto internacional, com a fonte sendo cada vez mais incorporada às estratégias de descarbonização, segurança energética e resiliência dos sistemas elétricos.
No caso do Brasil, a análise apresentada reforça a importância de o país acompanhar esse movimento global. A experiência acumulada no setor nuclear e o potencial de expansão da fonte podem contribuir de forma significativa para a diversificação da matriz energética nacional, desde que haja avanços em marcos regulatórios, planejamento de longo prazo e mecanismos de financiamento adequados.
Conforme enfatiza a matéria da Agência iNFRA, a projeção de crescimento da energia nuclear até 2050 reflete uma mudança estrutural no debate energético global, no qual a fonte volta a ocupar posição central como solução sustentável, segura e estratégica para o futuro da energia.
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Fonte: Agência Infra
Foto: Domínio público